Varal de textos


Paraty is a party

Capítulo I

Paraty: no ritmo da preguiça Lamentou o esquecimento de seu bloco de notas assim que desceu do elevador, ainda se despedindo do imenso prédio em que vive, um cartão postal cravado no centro da cidade, rumo a outro cartão postal, a charmosa cidade de Paraty. Parou por alguns instantes e avaliou que assim seria: a poesia escrita daria lugar à poesia vivida. Tudo teria de ser registrado pelo olhar, ouvir e sentir, nesses quatro intensos dias de imersão na alma de uma vila cheia de história (segredos? mistérios?) e beleza.
O destino da viagem foi escolhido por um único propósito: queria (e precisava) respirar poesia. A previsão do tempo era animadora: dias de sol, num verão fora de seu tempo, quem sabe uma concessão do deus Netuno a uma criatura tão sedenta de calor e luz.
As seis horas de percurso não lhe cansaram. Serviram como um ritual de passagem. A cada quilômetro percorrido, preocupações e dores iam ficando pelo caminho, junto da poluição e do ar pesado de São Paulo, intensificado pelos dias secos de outono. Olhando a paisagem, pensava em si mesma. Uma certa melancolia teimava em dar as caras, mas era logo afastada pelo otimismo e a ansiedade dos dias melhores, comportamento típico de alguém nascina sob o signo de áries. Sorria. Sorria com as vacas ao longo da estrada, com as caretas das crianças nos carros vizinhos, com o formato dos morros...
Emocionou-se ao ver o mar, ainda do alto da Serra, mas impediu que qualquer lágrima escorresse pelo rosto, apenas para evitar o constrangimento de ter de admitir aquela sensação, que naquele momento lhe parecia constrangedora. Esticou-se na poltrona ao perceber a entrada da cidade; olhou mais uma vez pela janela e teve a certeza inexplicável de que havia feito a escolha certa. Estava longe de casa, mas perto do lar. Perto de si mesma. E era por isso, apenas por isso, que viajava.
Paraty a recebeu preguiçosa. O silêncio era interrompido somente por uma ou outra abordagem, na tentativa de convencê-la a escolher uma hospedagem. Já tinha a sua. Decidida unicamente pela simpatia da atendente, ao telefone. Torcia para que o local existisse e para que o lençol fosse macio e cheirasse a roupa seca no varal, ao sol. Isso lhe bastava.
As primeiras caminhadas pelas ruas históricas de Paraty foram de estranhamento. Olhava mais para o chão que para as casas. Teria de reaprender a andar, respeitando o ritmo e as limitações daquelas pedras. Não se importava com o desafio.
O sol era forte, mas mesmo assim não procurava andar pela sombra. Precisava se sentir agredida por aquele calor, aquela luz, aquela força. Pensava em como não era capaz de controlar a vida, os próprios instintos, os desejos... Por que teimo tanto em manter o controle de tudo?, perguntava-se.
Mas seus pensamentos se surpreenderam com a imagem singela dos tapetes de Corpus Christi, sendo delicadamente desenhados na frente da velha igreja, e com o cão, esparramado pela calçada. Percebeu o tempo daquela vila, de seus moradores, de seus bichos. Notou que até os turistas tinham outro ritmo. Sentiu que estava feliz, do seu jeito. E então viu que não havia nada a temer. Estava protegida, simplesmente porque estava ali, em Paraty.



Escrito por Adriana Reis às 23h21
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Quem eu sou?

Sou sua inspiração
Poesia platônica
Musa
com os pés no chão

Sou fruto do que constrói de mim
Sou real?

Escrito por Adriana Reis às 18h07
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'É preciso aprender a fazer política pública'

Como garantir uma participação efetiva da sociedade civil na vida democrática do país? Mais do que uma pergunta retórica, essa provocação foi o ponto de partida do debate realizado na noite desta quinta-feira, 15 de maio, no teatro do Sesc Vila Mariana. O evento marcou oficialmente o início do “Fórum Nossa São Paulo – Propostas para uma cidade justa e sustentável”, promovido pelo Movimento Nossa São Paulo. Criado há um ano, o movimento reúne diversas entidades da sociedade civil, com objetivo de discutir e apresentar soluções para os principais problemas da cidade.

A roda de conversa “Sociedade Civil e Democracia Participativa” foi mediada por Oded Grajew e teve a participação do escritor e religioso dominicano Frei Betto; do fisólofo e professor da PUC-SP Mário Sérgio Cortella; de Cláudio Lembro, vice-governador de São Paulo na gestão de Geraldo Alckmin; da arquiteta e urbanista Raquel Rolnik; de Cida Bento, especialista em igualdade racial e coordenadora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e da Desigualdade (CEERT); e do representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, Eduardo Ferreira. Na platéia, políticos, urbanistas, representantes de ONGs e pessoas da sociedade civil interessadas no tema, entre eles muitos jovens.

“Vejo um único grande problema, que está por trás de todos os outros na cidade de São Paulo: as pessoas não conseguem conceber o espaço público”, iniciou Raquel Rolnik, ao ser questionada sobre as três principais dificuldades que impedem a participação dos cidadãos nas decisões políticas da cidade. “Nossa cidade foi construída sob a ideologia da propriedade privada. Não conseguimos lidar com a idéia do espaço público. Isso é extremamente prejudicial”, opinou.

 

‘Alimentando carros’

Para Frei Betto, é preciso rever as prioridades das políticas públicas. “Temos, paradoxalmente, o mesmo número de carros e de pessoas que passam fome no mundo. São aproximadamente 600 milhões de um e 650 milhões de outro. E nós estamos mais preocupados em descobrir como iremos alimentar os carros do que as pessoas”, criticou.

O ex-vice-governador Cláudio Lembro acredita que o sistema político representativo está esgotado e que é preciso encontrar alternativas, inclusive em experiências de outros países, para garantir a participação da sociedade nas decisões. Na opinião de Cida Bento, da CEERT, a população deveria se valer dos instrumentos legais para cobrar dos governos que cumpram seu dever. “Temos de aprender a usar o sistema Judiciário e o Ministério Público, se for preciso, para fazer valer o que o governo assumiu como compromisso”, defendeu.

O filósofo Mário Sérgio Cortella usou a metáfora do copo d’água para provocar a reflexão nos participantes. “Vejam que a água se conforma ao formato do copo. O que nós devemos fazer é transbordar o copo, para romper com o que está pré-estabelecido”, disse. Cortella explicou que a origem da palavra feliz está ligada à idéia de fertilidade. “Temos de aprender a construir uma cidade fértil e combater a esterilidade. É assim que teremos uma feliz cidade, só para aproveitar a boa coincidência dessas palavras, na língua portuguesa”.

Os participantes da roda de conversa também abordaram o tema da corrupção, como um fator de entrave no desenvolvimento da cidade. “Quando fui secretário de Educação, na prefeitura de São Paulo, conseguia aumentar a verba em pelo menos 30%, apenas evitando desvios”, contou Cortella. “É preciso haver maior controle público dos gastos”, completou. Ele também deu um recado aos empresários que mantêm relações ilícitas com os governantes: “Parem de corromper! Se vocês deixarem de dar o dinheiro, não haverá mais a corrupção”.

 

‘Bandeiras e bonés’

O representante do movimento dos catadores, Eduardo Ferreira, manifestou sua indignação com a pouca visibilidade do grupo o qual representa, apesar da importância desse trabalho na limpeza da cidade, na promoção da reciclagem e na movimentação financeira a partir do que poderia virar lixo. “Os aterros estão cada vez mais cheios e os catadores ainda fazem um trabalho isolado, sem apoio do poder público”, reclamou.

Contundente, Frei Betto provocou aplausos da platéia ao opinar sobre assuntos polêmicos. “Vocês sabem por que a elite brasileira não vai à porta do Palácio do Planalto fazer manifestação, com bandeiras e bonés? Porque ela tem a chave do Palácio”, disse. “Essa elite chega com seus projetos de lei prontos para entregar aos políticos que, ou por incompetência, ou por não terem uma boa assessoria, ou simplesmente para manter a situação como está, levam esses projetos prontos para votação”, atacou Frei Betto. “Se é assim que a coisa funciona, então temos nós também que aprender a escrever projetos de lei e a fazer política pública”.

O Fórum Nossa São Paulo foi realizado até o dia 18 de maio e, ao final, apresentou um documento com propostas para uma cidade mais justa e sustentável.

Escrito por Adriana Reis às 16h34
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Meus muitos por quês

Por que?

Fachada de prédio tem de ser bege?
Cabelo tem de ser liso?
Mulher tem de ficar sempre jovem?
Beleza tem de significar magreza?

Por que?

Se melhorar, estraga?
Tudo que é bom dura pouco?
Se a esmola é grade, santo desconfia?
Todo mundo é um pouco médico e louco?

Por que?

Cinema custa caro?
Livro custa caro?
Viajar custa caro?

Por que? Por que? Por que?

Quem inventou tantas convenções?

 



Escrito por Adriana Reis às 12h28
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Mulher de 30 anos

Enfim, cheguei aos 30.
Nada de novo no front, até o momento.
Bem, quase nada...
Há uma força que se renova de maneira especial, processo muito mais intenso do que normalmente ocorre num aniversário.
Por enquanto, busco inspiração nos autores que já dedicaram algumas linhas literárias a essa fase da vida.
E deixa viver...

"Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido. (...) Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem, sob pena de não sê-lo, nada pode satisfazer."
(Balzac - Mulher de 30 anos)
 
"São fortes as mulheres de 30. E não têm pressa pra nada. Sabem aonde vão chegar. E sempre chegam."
(Mário Prata, em crônica publicada na revista Época)


Escrito por Adriana Reis às 12h02
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Lá nossa casa... lá

Estou descobrindo meu lado videomaker. Depois que conheci o Windows Movie Maker, tenho passado os fins de semana imaginando novas produções de fatos significativos para mim. A brincadeira é divertida! Produzi, com meu marido, um videoclipe sobre meu apartamento, no edifício Copan. Está no youtube! Vejam lá e comentem!

Escrito por Adriana Reis às 21h02
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Cidade limpa?

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, anda orgulhoso pelo que julga um trabalho bem sucedido no intuito de deixar a cidade mais limpa. O projeto nada mais é do que a proibição de outdoors, placas, anúncios e letreiros, que qualquer paulistano encontrava a cada esquina, bastava sair de casa. Também entrou neste pacote a regularização do tamanho de placas com nomes de lojas e outros estabelecimentos comerciaisalgo que vinha sendo planejado, que com mais diálogo, desde a administração anterior, diga-se de passagem.

É fato que algumas fachadas estão sendo (re)descobertas, como afirma a publicidade que destaca o “sucesso” da empreitada. Mas a sensação, para quem nasceu e passou os últimos 29 anos de vida por aqui, é de que São Paulo está nua. Obscenamente nua. (...continua)



Escrito por Adriana Reis às 20h20
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Lembro quando, ainda criança, comecei a reparar na publicidade externa. No interminável (aos olhos de uma criança) trajeto entre minha casa, na região do Jabaquara (zona sul) e a de mês avós, na Vila Carrão (zona leste) distraía-me tentando decifrar aqueles códigos e mensagens de apelo consumista ou de utilidade pública.

Eu tinha 6 ou 7 anos de idade e ficava maravilhada com minhas primeiras experiências de leitura. Quase sempre, chegava com enjôos ao meu destino. E aqui vale um parênteses: demorei anos até desvincular essa sensação da visita periódica que fazíamos aos pais do meu pai.

No velho ( naquele tempo) fusquinha verde-abacate, ao lado do meu irmão menor e de meus pais, eu ia descobrindo o mundo. Sentia-me atraída e estimulada ao desafio de ler e entender a língua portuguesa escrita em curtas mensagens. (... continua)



Escrito por Adriana Reis às 20h20
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Assim, ir para a escola era uma forma de me munir de conhecimentos para, nos fins de semana, conseguir ser mais ágil na tarefa de leitura. Dos outdoors eu passei para os livros e daí para as revistas, os jornais... num caminho sem volta que fez de mim uma jornalista. Hoje, tenho consciência da importância que eles – os outdoors – tiveram para me estimular a ler. Porque foi essa publicidade externa que mostrou a mimentão uma criança com pouco acesso às palavras escritas dentro de casaque a leitura tinha uma aplicação prática e deliciosamente atrativa.

Fico na dúvida, portanto, se foi a cidade que ficou mais limpa, sob o aspecto da poluição visual, ou se perdemos um acesso importante para a alfabetização. Se assim for, lamento pelos pequenos que, ao sacudirem no banco de trás de seus carros, não podem mais se familiarizar com as letras, suas combinações e significados, no caminho para a casa de seus avós.



Escrito por Adriana Reis às 20h20
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Para o baú de memórias

Hoje foi um dia daqueles que valem a pena viver

Vejam vocês:

Acordei sem despertador
Tomei café da manhã com meu amor
Tive um almoço de família perfeito
Com direito a frango assado, salada, arroz à grega
Cantaram parabéns pelo meu aniversário!
Que foi no dia seis
Com direito a bolo de chocolate, com recheio, cobertura
E sorvete para acompanhar!
Conversamos sobre viagens
Relembramos lugares visitados e sonhamos com os que
ainda não conhecemos
Abracei muita gente: avó, tias, primos...
Tomei cafezinho com bolo de laranja
E, depois de um dia inteiro de garoa e céu nublado,
o sol apareceu para se despedir desse domingo
E nos presenteou com um arco-íris
que tomou o céu em 180 graus
Agora, enquanto escrevo, acompanho o pôr-do-sol
As nuvens ficaram laranja, iluminadas por baixo
Um vento fresco, quase frio, entra pela janela
E acabo de ler um texto de Carlos Drummond de Andrade

Poderia eu desejar Páscoa melhor?



Escrito por Adriana Reis às 17h35
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Mudanças por aqui

Queridos, não se assustem!
Resolvi mudar um pouquinho a cara desse blog.
Acho que fui tomara pela "onda verde" que tomou conta do mundo. rs
Brincadeiras à parte, é bom renovar as coisas de vez em quando.
A vida é feita de movimento, não é mesmo?

Beijos e fiquem com Deus!



Escrito por Adriana Reis às 20h58
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Sobre mistérios

Sei que há coisas na vida que não devem ser compreendidas
devem ser simplesmente aceitas
Não há como lutar contra elas, porque são inevitáveis
Um hora ou otra, acabam acontecendo

Aceitar a morte é condição
para viver a vida.
Negá-la é bobagem
ignorância, ingenuidade

A morte é mesmo um mistério
Não a domino, não a comando
não a compreendo

E hoje, nem ao menos a aceito



Escrito por Adriana Reis às 17h12
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Semana de correria

Amigos,
Sei que ando sumida deste espaço. Mas é por um bom motivo! Essa semana to cheinha de trabalho! Além de fechar a matéria de capa da revista da APM (confiram no site www.apm.org.br a partir de março) sobre violência, estou com uma pauta sobre Inclusão na Educação Infantil para a revista Nova Escola (www.novaescola.org.br) e auxiliando o fechamento de uma house organ (uma publicação empresarial de circulação interna, para funcionários). Ufa!
Viva as oportunidades!
Elas voltaram! ;)
Voltarei a publicar em breve, prometo!
Enquanto isso, continuem na torcida! Está fazendo efeito!!
Obrigada!

Escrito por Adriana Reis às 09h51
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Está no ar!

Caros amigos e visitantes do meu blog,
Vocês que acompanham minhas angústias, dúvidas, inseguranças... mas também alegrias e conquistas, não deixem de conferir o resultado da minha reportagem para o site da Nova Escola (clique no título abaixo, em azul, para acessar o site).

Um pavilhão para o conhecimento - Em Santo André (SP), alunos ganham um grande espaço que abrigará atividades lúdicas e educativas nas áreas de Ciências, Arte e Tecnologia

Depois, comentem aqui o que acharam.
E valeu pela força!



Escrito por Adriana Reis às 20h49
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Recomeços

Sei que vou dizer um grande clichê agora, mas a vida é mesmo capaz de nos surpreender, não é mesmo?
Do nada, sem esperar, um simples telefonema pode nos trazer de volta o ânimo e a vontade de fazer uma coisa boa!
Ontem aconteceu comigo!
Depois de um começo de ano amargo, pessimista até, com a falta de oportunidades profissionais, resolvi investir na minha monografia (sim, acho que agora está mesmo caminhando!). Também aproveitei para colocar o papo em dia com as amigas e me dei ao luxo de marcar um café no Girondino (confiram, no largo S.Bento!) em plena quarta-feira à tarde!
Dizem que é assim: quando estamos bem tudo começa a conspirar a nosso favor. E fui surpreendida, no caminho para o café (um passeio delicioso pelo centro de São Paulo) por uma ligação: Alô, Adriana? Você tem tempo livre para um trabalho amanhã? É uma reportagem!
"É uma reportagem!!", pensei eu, repetindo baixinho aquela palavra que soa como música (reportagem... reportagem...). O tema? Educação! Um dos meus prediletos (não à toa me casei com um professor).
Pois bem, cá estou eu, separando bloquinho, caneta, outra caneta de reserva, pilhas para a câmera digital (repórter hoje em dia também tira fotos) e revisando as anotações da pauta, para não esquecer nada, nadinha.
Em 2007, faz dez anos que entrei na faculdade de Jornalismo, não sei se já mencionei isso aqui. Foram muitos veículos da imprensa de lá para cá. Muitas reportagens também. Mas é incrível como me sinto foca sempre que tenho de recomeçar. Mas prefiro assim. Como diz o grande mestre do Jornalismo José Hamilton Ribeiro (que acaba de lançar a obra-prima "O repórter do século"), a maior qualidade do jornalista é ter a humildade para reconhecer que o que sabemos é muito pouco. Assim, dá para recomeçar, com menos chance de errar.
Torçam por mim!



Escrito por Adriana Reis às 10h33
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Livros, Música
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